Distúrbios Alimentares

 

O Neurofeedback pode ser muito útil nos distúrbios alimentares especialmente pela forma como esta abordagem os vê. Os distúrbios alimentares são tratados como problemas multifacetados provocados pela desregulação do sistema nervoso central.

No entanto, a desregulação do sistema nervoso central depende de indivíduo para indivíduo. Nalguns casos os distúrbios alimentares estão ligados a questões relativas à consciência do apetite: numa pessoa pode traduzir-se por falta de apetite, noutra na sensação de estar cheia ou ainda na ausência de qualquer sinal.

Ao restaurar a consciência corporal, o Neurofeedback aumenta a consciência sobre o apetite, o que em muitos casos é suficiente para resolver um distúrbio alimentar. Noutros casos os distúrbios alimentares podem estar ligados a pensamentos obsessivos e comportamentos compulsivos: défices da função executiva que podem ser tratados com Neurofeedback. (Pode ler mais sobre Distúrbios Obsessivo Compulsivos aqui.)

Além das questões relativas à consciência do apetite e sintomas de DOC, os distúrbios alimentares têm uma forte ligação aos problemas da reactividade emocional como a depressão, a ansiedade e a irritabilidade. Nestes casos o Neurofeedback pode não só ajudar diretamente nos distúrbios alimentares como no alívio dos sintomas associados.

Finalmente importa dizer que os distúrbios alimentares podem ser o resultado de um trauma na infância. Nestes casos a comida tem um efeito calmante a curto prazo mas, a longo prazo, um impacto negativo sobre o bem-estar geral da pessoa. O Neurofeedback pode ser muito útil no tratamento do trauma subjacente e a resolver memórias não processadas relativas a este trauma.

Neste estudo de 2014, Emma Woolf ex-anoréxica explica como o Neurofeedback aprofundou a sua transformação ao mudar a sua postura mental rígida e a sua necessidade de controlo.

Veja em detalhe aqui  como funciona o Neurofeedback.

 

Para saber mais sobre Neurofeedback para Distúrbios Alimentares, visite: www.braintrainuk.com