Depressão

 

Uma das primeiras aplicações clínicas do Neurofeedback foi a Depressão.

Segundo este artigo de 2005 de Hammond, D. Corydon. “Neurofeedback treatment of depression and anxiety.” Journal of Adult Development 12.2-3 (2005): 131-137  o Neurofeedback pode ajudar 80% das pessoas com Depressão, especialmente aquelas que têm uma predisposição genética para a Depressão. Os efeitos do Neurofeedback no combate à Depressão são de longa duração, ao contrário dos medicamentos que apenas produzem uma remissão temporária.

O NeuroDevelopment Centre nos EUA descreve 2 histórias de tratamento com Neurofeedback que aconteceram com John e Mary que sofriam de Depressão. Mary teve resultados notáveis após 20 sessões. Hoje em dia vive com uma atitude positiva e muito pouca ansiedade. John parou os 3 medicamentos que tomava para a Depressão após 20 sessões de Neurofeedback. As sessões de Neurofeedback ajudaram-no muito e agora ele apresenta sinais mínimos de depressão e ansiedade.

O Dr. Corydon Hammond, Prof. Doutor e Psicólogo do Physical Medicine & Rehabilitation University of Utah School of Medicine descreve a Depressão do ponto de vista biológicoA área frontal esquerda do cérebro está associada às emoções positivas e à motivação de aproximação que é o desejo de nos relacionarmos com outras pessoas. A zona frontal direita do cérebro está mais associada à depressão e medo, acompanhada pela motivação de nos afastarmos e evitarmos outras pessoas. Quando as ondas cerebrais são mais lentas na parte frontal esquerda, esta parte do cérebro está mais inactiva e a área frontal direita torna-se mais dominante. Uma pessoa nesta situação tem uma predisposição maior a ficar deprimida, a afastar-se das pessoas e a ficar ansiosa”.

 

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No lado esquerdo temos um cérebro com uma longa história de depressão. A zona frontal esquerda apresenta um excesso de actividade lenta da onda cerebral Alfa. No lado direito temos um cérebro com actividade relativamente normal.

As opções médicas para tratamento da Depressão consistem na combinação de medicamentos (por ex.: antidepressivos), terapia de comportamento cognitivo e técnicas de auto-ajuda. No entanto estas opções apenas abafam os sintomas e/ou nos dão apoio para lidar com eles.

Investigadores descobriram que os  antidepressivos não corrigem os padrões das ondas cerebrais responsáveis pela Depressão. Os tratamentos para a Depressão parecem deixar intacta a predisposição biológica para a depressão quando nos deparamos com circunstâncias menos agradáveis da vida.

Também há novos indícios que demonstram que em média a medicação antidepressiva apenas tem 18% de efeito positivo para além do efeito placebo e também só é moderadamente eficaz no tratamento da ansiedade.

Ao contrário destas opções, o Neurofeedback tem a capacidade de chegar à raiz destes sintomas no sistema nervoso central e modificá-los. Com o Neurofeedback treinamos e estabilizamos o humor depressivo e outros sintomas que reflectem a Depressão. A maior parte dos clientes começa a sentir diferenças entre a 3ª e a 6ª sessão.

O tratamento  com Neurofeedback é muito promissor não só porque alivia os sintomas da Depressão como também modifica a predisposição biológica para se ficar deprimido. Pode reverter a assimetria frontal das ondas cerebrais que o predispõem para a depressão e ajudá-lo a recuperar o controlo sobre a sua vida.

São necessárias cerca de 20 a 25 sessões de Neurofeedback. Com bons resultados já não precisará de medicação.

Veja em detalhe  aqui  como funciona o Neurofeedback.

 

Para saber mais sobre Neurofeedback para a Depressão, visite: www.braintrainuk.com